quarta-feira, 20 de abril de 2011

um conselho...

Para cada dia de tristeza, um sorriso sincero. Para cada dia de solidão, uma boa lembrança.Para cada tempo perdido, um aprendizado e para cada incerteza,uma esperança. Que o medo que eu sinto agora não me impeça de viver, e as dúvidas que  pairam em minha mente não me impeçam de ir pra frente.Que toda essa inquietude misturada com ansiedade me façam crescer e buscar mais tranquilidade. Que eu deixe de lado o egoísmo humano, de pensar só em mim e  não julgue mais as pessoas, pois os pontos de vista serão sempre diferentes, não há como fugir. Que não tenha medo de mudar os planos, e por mais que seja difícil, às vezes a mudança é o melhor caminho. Que a cada ar que entrar em meus pulmões eu sinta vida, e a cada pôr-do-sol que apreciar me dê uma sensação de missão comprida. Que eu não acredite mais em meias verdades, a verdade vem surgindo aos poucos, a cada minuto, a cada dia e fuja da verdade absoluta,nua e crua,pois a verdade deve ser moldada de acordo com a nossa realidade.Que não tenha medo de ouvir não, e nem receio de dizer sim e a cada não que receber perceba que nem tudo é tão simples de se ter. Que nos dias de desespero eu possa manter a calma, sempre há uma saída, ainda que mascarada, e que nos dias de alegria possa aproveitar com intensidade, pra servir de consolo para os dias de infelicidade. Que o sorriso de uma criança me traga alegria e tranquilidade  e aprenda que para ser criança não há tamanho, não há idade. Que cada lágrima que cair, lave meus olhos para melhor enxergar e a cada pedra que tropeçar me faça ficar atenta aonde for pisar.Que a cada dia encontre água para matar minha sede de viver e me sinta feliz com as coisas simples da vida,as que não precisam de dinheiro para se ter. Que não tenha medo de dar minha opinião, elas merecem ser ouvidas mesmo que às vezes incompreendidas. Que não vire mais uma máquina, uma mão de obra , que possa questionar meus objetivos e criar minha própria história.Que não permita que o tempo escorra sobre o vão dos meus dedos deixando de lado meus sonhos, deixando de lado minha estrada e que tenha tempo para mim e para os outros, não sendo assim engolida pela modernidade atarefada.

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